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Guerra pela Paz I

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S e lermos a história dos povos desde a origem da humanidade, guerreamos por espaço, poder e soberania.
Em geral todos os conflitos e guerras giram em torno destas questões, guerrear pela seus direitos culturais, territóriais, riquezas, religião, menos pela paz o que todo soberano alega ser.

Se não nos cabe aqui fazer julgamento de quem está certo ou errado, nos cabe dizer que está todo mundo errado, quando justificam a guerra pelos seus interesses.
Transforma-se uma guerra bruta e cruel em uma guerra santa. Justificam-se suas atitudes de querer lutar pela soberania, pela liberdade, cultura, crença, território e pela paz.

É claro que de forma justa, coerente e sensata devemos realmente resguardar as conquistas de um povo e sua nação que se vê ameaçada nos seus direitos.

Mas que isso não fosse pela força das armas e dos poderes militares sacrificando milhões de pessoas inocentes que não tem interesses nestas atitudes sangrentas.

Hoje temos a ONU, órgão criado pelas nações com o compromisso de ter soberania nas questões partidárias aonde se envolve conflitos em que não há bom senso e acordo positivo e saudável entre as nações.
Mas infelizmente, diante do desrespeito de algumas nações a ONU não consegue articular de forma concreta em muitas questões. Principalmente quando determinado soberano ou mandatário de uma nação, doente e obcecado pelo poder e ganância, à custa da destruição de um povo e sua nação, é incapaz de aceitar as propostas formuladas por este órgão.

Extrapolam-se os conceitos éticos de convenção por interesses cegos e inescrupulosos.

Infelizmente as guerras entre os povos, somente deixa destruição, miséria e morte para as nações envolvidas nos conflitos.

Gastam-se uma fortuna incalculável construindo-se poderios militares, para depois usar em guerras sacrificando milhões de pessoas de forma absurda, cruel e desumana.

E depois quando podem ou quando querem investe-se outra fortuna para recuperar e reerguer essas nações destruídas pelas guerras. Quem ganha com isso? Imaginemos que só os grandes produtores de armas que precisam aumentar suas riquezas com o sacrifício de uma nação inclusive a sua.

10 milhões de pessoas morreram, só na primeira guerra mundial, outros milhões ficaram mutilados e outros perderam a referência de vida, de teto e de dignidade. Pais sem filhos, filhos sem pais, além de  todo tipo de crueldade imaginável..........


Entre 2001 e 2003 o orçamento militar americano pulou de 300 bilhões para 380 bilhões de dólares. Somados aos 38 bilhões, que serão utilizados na segurança interna, os gastos militares atingirão um total 418 bilhões de dólares. Isto é quase o PIB da Rússia ou do Brasil e representa 36% dos gastos militares de todo o mundo. Imagina o que poderia produzir este dinheiro se ele fosse utilizado na alimentação, na saúde, na educação e na construção de casas populares. Ou seja, fosse utilizado à serviço da paz e não da guerra.

Os animais irracionais ainda matam para comer, defender a sua existência ou garantir a sua prole. Têm uma justificativa razoável, sabemos que isso é uma questão de instinto (irracional) e que faz parte da natureza animal.
Mas o humano ser racional?!... É triste, mas nos somos imbecis e medíocres diante da inteligência que demonstramos ter.
Vivemos no Século XXI, e ainda não manifestamos inteligência e capacidade suficiente para resolver nossas questões, sem ser pela guerra.

Quem está em guerra não pergunta quanto custa uma bomba: manda construí-la. Depois lambe as feridas e pergunta quanto teve de pagar. Paulo Sandroni.
O ser humano vivem em guerra buscando paz - ranulfo

2 Deixe seu comentário:

Felipe disse...

Infelizmente a ONU é um orgão de fachada. Quem manda lá são os que tem poderio bélico.

Ranulfo disse...

Felipe, é um prazer recebe-lo.

Infelismente é o interesse dos poderosos em detrimentos dos mais fracos e desprotegidos.

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