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Palmadas resolvem?


E sta é uma questão que divide muitos pais, pedagogos, psicólogos e demais pessoas que estão envolvidos com a questão da educação das nossas crianças.   
Herdamos uma cultura que batendo resolve, ou seja, muitos acreditam que um filho que não apanha, cresce uma criança sem limites e regras.
As “palmadas pedagógicas”, vista como educacional, continuam sendo aceita socialmente, quando ocorrido dentro do ambiente familiar.  Já ouvimos muito aquele ditado que diz: "palmadas de amor não dói".
Impor limites não é tarefa fácil para pais algum, principalmente para muitos que não estão preparados para agirem em situações que se vêem desrespeitados em sua autoridade parental.
Consequências:
Pais que sempre recorrem às palmadas, podem perder os parâmetros, afinal é difícil definir o limite, diante de uma circunstância e que pode trazer consequências inversas para a crianças em se sentirem humilhada e constrangida com a atitudes dos pais.
Também podemos estar repassando aos nossos filhos, essa mesma cultura, que é pela força a solução para resolver os embates que terão que enfrentar.
Com a agressão estamos ensinando praticas para os nossos filhos, que poderão ainda agir pior com os seus filhos.
Pais e Filhos
A autoridade parental é essencial na educação das nossas crianças, para isso pais e responsáveis precisam ter noções exatas dos valores fundamentais a serem construídos dentro do ambiente familiar.
Os pais são em um primeiro momento, a referência mais importante de autoridade de uma criança. O respeito o diálogo entre o casal deve ser estabelecido de forma franca, honesta e respeitosa diante dos filhos. Autoridade com os filhos é conseqüência da seriedade que os pais e responsáveis têm consigo e entre si.
Autoridade e autoritarismo:
A autoridade implica em uma conquista legitima, de poder de alguma forma exercer um comando ou se fazer obedecer por outras pessoas.
Já o autoritarismo, diz respeito em ter uma autoridade mediante o uso da força, sem respeitar o diálogo a liberdade e o respeito aos direitos das pessoas.
Diante disso os pais precisam mostrar aos filhos que por conseqüência natural determinam o que podem ou não e quais devem ser seus desejos realizados.
Como agir:
É preciso que haja clareza nas argumentações com o direito dos filhos se manifestarem, apresentarem suas razões e se defenderem.
Exercer autoridade, transmitindo desde pequeno para seus filhos uma linha de conduta consistente, transparente, equilibrada e principalmente de confiança. Deixando bem claro que há alguém que ensina o que pode e o que não se pode fazer. Passar para os pequenos, que vivemos em uma sociedade que tem regras e limites.
Para concluir:
Quando prevalece o diálogo e a autoridade é imposta de forma natural, as crianças aprendem a lidar com as relações, fora do âmbito familiar com compreensão e entendimento.
Fazer prevalecer com clareza o direito e a obrigação de respeitar as regras, construindo com liberdade e responsabilidade bons princípios e valores.
Temos como pais e responsáveis a obrigação de ajudar nossas crianças de forma amorosa o respeito de uns pelos outros.  
Ps O castigo é uma boa forma de educação para nossos filhos?
Veremos em uma próxima matéria.
O futuro das crianças é hoje. Amanhã já é tarde demais. – Gabriela Mistral.
 Certos pais querem castigar nos filhos a má educação que lhes deram. Carmem da Silva
 Eduque os meninos e não será preciso castigar os homens. Pitágoras
Instrua o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele. Pv 22:06

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